Knitting, Books, etc.: Episode 4

Finished Objects

Mittens for Mimi

WIPs

Aileas by Isabell Kraemer
Timely by Libby Jonson
Exploration Station by Steven West

Books

Selbuvotter
In Death Series
Circle Trilogy
The Complete Tales of Winnie the Pooh

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Episódio 44

Onde me encontram

Modelos

Fios

Publicações

Episódio 43: Camisol… inhas

Onde me encontram

Modelos

Fios

Publicações

  • Heart on my Sleeve de Tin Can Knits, Shannon Cook, Romi Hill, Bristol Ivy, Tanis Lavallee, Joji Locatelli, Jane Richmond, and Ysolda Teague
  • Knit Socks! de Betsy Lee McCarthy

Podcasts

Acho que não há ninguém que não saiba como detesto limpar o pó. Ainda por cima, ou talvez por isso mesmo, sou alérgica (ao pó e ao trabalho). A única coisa de que gosto menos é do pó. E de pepinos.

Ontem cheguei cedo a casa. Saí da escola por volta da uma da tarde. Mas estava um tanto em baixo. Tenho andado a viver mal: a comer porcarias e a dormir pouco. Claro que não me apetecia nada limpar o pó. Mas terça-feira é dia de limpar o pó. É um facto.

Eram 19 horas quando lá me arrastei e peguei num espanador ranhoso (penas falsas) e um pano do pó. Depois de dar a volta à casa toda acabei a limpar a marquise. E quando já estava a acabar reparei, coisa rara em mim, que algo não estava bem. Apercebi-me que as prateleiras de uma parede estavam tortas e os livros todos, centenas deles, em perigo de cair.

Os ferros que são aparafusados à parede estavam a soltar-se. As buchas onde os parafusos encaixam partiram-se. Estava tudo em risco de se desmoronar. Poderia ter acontecido um acidente grave caso alguém estivesse por perto.

Passei duas horas a esvaziar as prateleiras e a dar graças por ter vencido a preguiça. E ainda voltei a prender os ferros à parede. Mas as novas buchas parecem ainda mais frágeis. Terei que reduzir as coisas que ponho nas prateleiras.

A verdade é que já há algum tempo ouvia uns estalidos estranhos cuja origem não conseguia identificar. Mistério resolvido. Tragédia evitada pela vitória contra a preguiça.

Episódio 42: Ai que desgraceira!

  • Publicações:
    • Heart on my Sleeve de Tin Can Knits, Shannon Cook, Romi Hill, Bristol Ivy, Tanis Lavallee, Joji Locatelli, Jane Richmond, and Ysolda Teague

 

Episódio 41: Coisas Novas

O meu xaile novo

Ofereceram-me muito generosamente um modelo de um xaile. É um padrão muito bonito.

Como estou com um ataque de “comecite aguda”, resolvi logo ir escolher um fio para fazer o xaile.

Mas, pensei eu, gostava de fazer com duas cores: a parte lisa de uma cor e a trabalhada (rendada) de outra. Toca a escolher dois fios.

Começo a fazer a parte lisa e resolvo logo que não vou passar a primeira malha de cada volta como manda o modelo. Não gosto. Gosto mais do aspecto da malha trabalhada do que a malha passada.

Com esta pequena alteração começo o xaile. Após acabar a primeira parte lisa, começo a parte trabalhada com o fio da segunda cor. De vez em quando páro e olho para o que já fiz. Decido que não gosto dos aumentos da primeira parte. É suposto aparecerem uns buracos, mas eu não estou a gostar do aspecto deles. Ah! E já agora, vou trabalhar com uma agulha mais pequena. Com a de 4mm (a recomendada) a parte lisa fica demasiado rala; 3mm é que é.

Com a agulha de 3mm recomeço a parte lisa, utilizando uns aumentos diferentes, sem buracos.

E assim acabo de novo a primeira parte lisa, desta vez sem mais incidentes.

Troco de fio e começo a parte rendada. Chego a meio, Hm… Não sei. Acho que não estou a gostar muito. Faço mais um bocado. Hm… Não… Não gosto deste ponto. É aborrecido e não estou a gostar muito do aspecto. E se fosse aos dicionários de pontos escolher outro? Boa ideia!

Umas horas depois recomeço a parte rendada, já com o novo ponto.

E é assim que uma tricotadeira passa um dia de férias.

E o xaile? Vai andando.

Claro que ainda pode acabar em camisola ou calções.