Acho que não há ninguém que não saiba como detesto limpar o pó. Ainda por cima, ou talvez por isso mesmo, sou alérgica (ao pó e ao trabalho). A única coisa de que gosto menos é do pó. E de pepinos.

Ontem cheguei cedo a casa. Saí da escola por volta da uma da tarde. Mas estava um tanto em baixo. Tenho andado a viver mal: a comer porcarias e a dormir pouco. Claro que não me apetecia nada limpar o pó. Mas terça-feira é dia de limpar o pó. É um facto.

Eram 19 horas quando lá me arrastei e peguei num espanador ranhoso (penas falsas) e um pano do pó. Depois de dar a volta à casa toda acabei a limpar a marquise. E quando já estava a acabar reparei, coisa rara em mim, que algo não estava bem. Apercebi-me que as prateleiras de uma parede estavam tortas e os livros todos, centenas deles, em perigo de cair.

Os ferros que são aparafusados à parede estavam a soltar-se. As buchas onde os parafusos encaixam partiram-se. Estava tudo em risco de se desmoronar. Poderia ter acontecido um acidente grave caso alguém estivesse por perto.

Passei duas horas a esvaziar as prateleiras e a dar graças por ter vencido a preguiça. E ainda voltei a prender os ferros à parede. Mas as novas buchas parecem ainda mais frágeis. Terei que reduzir as coisas que ponho nas prateleiras.

A verdade é que já há algum tempo ouvia uns estalidos estranhos cuja origem não conseguia identificar. Mistério resolvido. Tragédia evitada pela vitória contra a preguiça.

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O meu xaile novo

Ofereceram-me muito generosamente um modelo de um xaile. É um padrão muito bonito.

Como estou com um ataque de “comecite aguda”, resolvi logo ir escolher um fio para fazer o xaile.

Mas, pensei eu, gostava de fazer com duas cores: a parte lisa de uma cor e a trabalhada (rendada) de outra. Toca a escolher dois fios.

Começo a fazer a parte lisa e resolvo logo que não vou passar a primeira malha de cada volta como manda o modelo. Não gosto. Gosto mais do aspecto da malha trabalhada do que a malha passada.

Com esta pequena alteração começo o xaile. Após acabar a primeira parte lisa, começo a parte trabalhada com o fio da segunda cor. De vez em quando páro e olho para o que já fiz. Decido que não gosto dos aumentos da primeira parte. É suposto aparecerem uns buracos, mas eu não estou a gostar do aspecto deles. Ah! E já agora, vou trabalhar com uma agulha mais pequena. Com a de 4mm (a recomendada) a parte lisa fica demasiado rala; 3mm é que é.

Com a agulha de 3mm recomeço a parte lisa, utilizando uns aumentos diferentes, sem buracos.

E assim acabo de novo a primeira parte lisa, desta vez sem mais incidentes.

Troco de fio e começo a parte rendada. Chego a meio, Hm… Não sei. Acho que não estou a gostar muito. Faço mais um bocado. Hm… Não… Não gosto deste ponto. É aborrecido e não estou a gostar muito do aspecto. E se fosse aos dicionários de pontos escolher outro? Boa ideia!

Umas horas depois recomeço a parte rendada, já com o novo ponto.

E é assim que uma tricotadeira passa um dia de férias.

E o xaile? Vai andando.

Claro que ainda pode acabar em camisola ou calções.

Teste

Hoje estou só a testar o meu editor de texto que tem agora ligação directa ao meu blog. Quero ver como é que aquilo que escrevo aparece no post final.

E para ver com as fotografias ficam, aqui estão duas fotografias da mitt que acabei ontem. O modelo é o Belyse da Ysolda Teague. O fio cinzento é BFL DK da Yarn Adventures e o vermelho é Mongolia 3 da Fonty. Usei agulhas de 2,75mm.

Palma da mão

Palma da mão

Costas da Mão

Costas da Mão

Os meus Panama Papers

encomenda

A encomenda

A Filomena é uma amiga que faz parte do “trio maravilha”, mais conhecido por Clube Português do Fio. A marca dela é Yarn Adventures. Os fios que pinta são fantásticos. Uma das écharpes que mais uso foi feita com um fio que lhe comprei há alguns anos.

Há uns tempos cobicei uma meada que vi pintada por ela. Uma outra amiga tinha recebido uma encomenda em que vinha a tal meada. Adorei. Uma cor que gosto muito, à volta de azul petróleo, e no fio que mais gosto: sock em 100% BFL.

Na semana passada a Filomena disse-me que ainda tinha uma meada dessa cor e perguntou-me se a queria. Disse-lhe imediatamente que sim. Ela deu-me o NIB e disse-me a quantia que eu deveria transferir para pagar a meada.

Quando fui tratar da transferência, deparei-me com uma situação desagradável: o saldo do banco estava negativo!!

Estive então a verificar bem as minhas contas. É que nos últimos 3 meses tenho falhado.

Passado

Até aos 20 anos, mais ou menos, fui muito certinha com as minhas contas. Poupava, contribuía, e os meus gastos eram todos pensados. Depois não sei o que se passou e comecei a gastar dinheiro sem cuidado nenhum. E continuei assim por muito tempo. Comprava sobretudo, se não exclusivamente, livros.

Mais tarde, quando o meu filho era pequenino, tive problemas com gastos inevitáveis, sobretudo com questões de saúde. Coisas que uma pessoa que tivesse controlado os seus gastos poderia achar pesado, mas não crítico. Eu, no entanto, estava totalmente desprevenida e acabei por recorrer ao crédito. E, como é habitual, o crédito é como uma rampa inclinada. Fui-me enterrando cada vez mais. Acabei por não conseguir pagar as minhas contas e tive que recorrer à ajuda da minha mãe. E mais uma vez, outro plano inclinado. O que era suposto ser uma situação pontual acabou por ser uma situação normal que durou mais de dois anos, creio eu. Os dois últimos anos em que o meu filho esteve no colégio foi a minha mãe que pagou a mensalidade.

Toda esta situação teve os seus efeitos em mim, quer psicológicos, quer físicos. Por três vezes estive com crises grandes de depressão e embora os médicos dissessem tratar-se de um desequilíbrio químico, eu acho que o estado de constante tensão em que vivia contribuiu muito para isso.

Resolvi então recorrer a uma consolidação de crédito (porque já tinha dívidas em vários cartões e uma linha de crédito) para pagar as dívidas e ficar só com um pagamento mensal. Era um pagamento pesado mas eu comecei a endireitar-me. No entanto, não tinha muita margem de manobra. E alguns problemas de saúde fizeram com que tivesse que recorrer novamente aos cartões de crédito. Não me lembro mesmo o porquê. De qualquer forma, aos pouco estava a conseguir ir fazendo pagamentos para ir pagando esses cartões.

Mais recentemente comecei a ver a luz ao fundo do túnel (e não, não era um comboio). Mas infelizmente, ou felizmente, tive uma recaída. Neste caso, o motivo foi bom.

Já há cerca de 10 anos que eu partilhava a casa para poder dividir as despesas. O meu sonho era poder viver numa casa minha, independente. No entanto, as despesas eram muitas. No ano passado a pessoa com quem eu dividia a casa disse-me que pretendia sair e arranjar uma casa para ela. Eu nessa altura estava, de acordo com os meus planos de recuperação, a 2 anos de conseguir tornar-me independente e a 3 anos de pagar todas as dívidas.

Foi um choque saber que teria que arranjar uma solução para viver com todo o aumento de despesas que daí resultasse. Só o facto de ter que arranjar duas rendas e meia para fazer o contrato de arrendamento da casa nova me parecia impossível de resolver.

A única solução que arranjei foi a de renegociar a dívida com o banco. E estas coisas têm custos muito pesados. Voltei quase à estaca zero e fiquei a 8 anos de pagar a minha dívida. Além disso, passei a ter despesas a dobrar.

Devo dizer que acho que nunca fui tão feliz como desde que tenho uma casa minha. Todos os dias agradeço ter arranjado uma casa que é mais do que conveniente para as minhas necessidades, quer em tamanho, condições e localizações. Não desejo nada de melhor.

No entanto as despesas da renda, o empréstimo, os cartões e tudo o mais pesam muito. Fui pagando sempre as dívidas, e resolvi pagar dois cartões de crédito por inteiro. Fechei também a conta do banco onde tinha esses cartões pois todos os meses pagava comissões de manutenção da conta.

Fiquei bastante mais aliviada quando fiz isso mas esgotei todas as minhas reservas. Conseguia sobreviver com as despesas muito contidas e com o dinheiro do subsídio de férias de Junho e o retorno do IRS distribuído pelos 12 meses do ano. Claro que todos os cortes de ordenado e supressões de subsídios durante os últimos anos não contribuiu nada para aliviar esta situação. Mas estava, como disse, a conseguir sobreviver. Só que não tinha fundo de maneio nenhum. O mínimo percalço afectava o equilíbrio precário. Um problema de saúde, mais uma vez, fez com que tivesse um gasto inesperado que esgotou todas as reservas e fizeram com que novamente tivesse que recorrer a cartões de crédito.

A situação neste momento é a de todos os meses ter de pagar uma quantia para dois cartões e o empréstimo do banco. O orçamento é tão apertado que acontece é gastar o ordenado assim que o recebo no pagamento das despesas mensais. E mesmo assim, aquilo que pago nos cartões acabo por voltar a gastar. Enquanto aguardo pelo retorno do IRS e pelo subsídio de férias para me reequilibrar, é chapa ganha e chapa gasta.

Muitas das vezes é a minha mãe que me ajuda na comida. Não faço praticamente despesas nenhumas para além dos pagamentos de contas e comida. Estou já há uns anos a precisar de ir ao dentista, ao oftalmologista e a outros istas, mas não consigo ir porque não tenho dinheiro para as consultas.

No entanto estava optimista em relação a esta situação. Embora apertada a situação, lá ia sobrevivendo. Por vezes recorri à venda de livros ou de lãs (as minis) para conseguir fazer face às despesas.

Infelizmente caí na asneira de parar de fazer as minhas contas mensais no meu programa favorito. O meu raciocínio era achar que não valia a pena porque mal recebia gastava tudo. O problema é que isso fez com que me esquecesse de algumas despesas, especialmente as que não são regulares (mensais). Este mês pensei que estava mais à vontade e pela primeira vez em algum tempo fiz um gasto desnecessário. Comprei umas canetas e acessórios (a loucura do material de papelaria). Ora isso levou à situação presente: o saldo negativo.

Fui então investigar as minhas contas e foi um balde de gelo: não só estou com saldo negativo, mas há diversas contas mensais que não paguei. Algumas já não é a primeira vez que não pago. Como as contas são descontadas por débito directo não me apercebi disso. E também não paguei um dos cartões de crédito. Além disso devo algum dinheiro ao meu filho, ao pai dele, e a um dos meus irmãos. E eu detesto estar a dever dinheiro, embora não pareça! Conclusão, estou num buraco muito fundo.

Só no fim do mês de Junho é que receberei o subsídio (espero) e o retorno do IRS. Até lá preciso de resolver esta situação urgente. Tenho que arranjar ideias.

Porquê escrever

Foram vários os motivos que me levaram a escrever isto. Um deles é que, embora abalada, resolvi manter a minha atitude de procurar ver as coisas positivas desta situação. Agora vêm-me ao pensamento alguma ideias:

  • obriga-me a descer da minha soapbox de onde costumo pregar às massas sobre tudo e mais alguma coisa. A humildade é uma virtude em que preciso de crescer;
  • relacionado com isto está a história de ver primeiro a trave no meu olho antes de ver as farpas nos olhos dos outros. Faz com que eu seja mais compreensiva e compassiva com os outros;
  • é um exercício mental interessante este de procurar soluções para esta situação;
  • ter um obstáculo complicado para ultrapassar é um bom exercício. Sempre gostei de resolução de problemas. Há que pôr a cabeça a trabalhar.

Outro dos motivos que me levaram a escrever este texto é o querer viver com transparência. Tenho a ideia que sempre vivi um bocado a medo, sempre a achar que se as pessoas soubessem como eu sou isso seria mau. Há cerca de um ano fiz uma promessa a mim própria que não iria esconder nada sobre mim. Não iria viver com medo de ser descoberta. Não podia viver sob chantagem. Iria dizer e agir de acordo com o que sou. Se as pessoas não gostassem de mim, paciência. Mas não iria cair na insinceridade. Tenho-me esforçado sempre por dizer toda a verdade, sem disfarçar nada. Às vezes até tenho receio de dar uma impressão errada e corrijo ou reforço a verdade. Não quero cair no erro de tentar disfarçar seja o que for.

Presente

Não gosto mesmo nada desta situação. Mas uma coisa é certa, não me estou a queixar, nem um bocadinho. É uma situação 100% da minha responsabilidade. Fui eu que me meti neste buraco e sou eu que tenho que daqui sair.

Também não vale de todo a pena recriminar-me. A culpa é minha, está certo, pronto. Mas nada adiante estar a flagelar-me. Agora tenho é que pensar em estratégias para daqui sair.

Pensar, pensar. É mais um dos motivos porque resolvi escrever isto. É que só consigo pensar escrevendo. Penso com os dedos, está visto.

Em primeiro lugar tenho que pôr a minha wishlist a congelar. Logo agora que o meu iPad está em coma e o meu telefone também já coxeia. Quero um iPad mini wifi (128Gb) e um iPhone SE (64Gb). No congelador. Quero vários livros e audiobooks. No congelador. Preciso de umas coisas, roupa sobretudo. No frigorífico porque algumas hei-de mesmo que ter que comprar. Se puder evitar, melhor. Alguns fios que gostaria de experimentar: Shetland, Mongolia3, Avalon, etc. No congelador.

Futuro

Neste momento resolvi que, em primeiro lugar, vou escrever as minhas dívidas e contas todas numa folha EXCEL. Depois, sempre que fizer um pagamento, vou assinalando na folha. Vou voltar a pôr as contas todas no YNAB (aplicação). Sempre que o uso, as coisas funcionam bem. Quando paro, funcionam mal. É óbvio o caminho a seguir.

Vou também apontar todos os gastos mínimos que fizer. Sempre que fizer algum gasto, assento o que gastei. Isto até parece um jogo de sobrevivência, versão soft. Vamos ver como é o meu desempenho.

Estou absolutamente entusiasmada com esta ideia de me endireitar.

Normalmente ficava de rastos e deprimida perante estes problemas, mas neste último ano acho que cresci um bocado. Ando mais bem disposta. Agora então deve ser o sol. Enquanto é suportável, gosto desta luz. Hoje o dia está magnífico. Abri as janelas dos dois lados da casa para arejar. Claro que já estou a esfregar o nariz e os olhos por causa das alergias primaveris, mas não é nada de grave. Estou bem disposta e com vontade de assim continuar.

Hoje, quando passeava de manhã, tive a ideia de ir escrevendo aqui relatos frequentes (uma ou duas vezes por semana, talvez) deste processo de saída do buraco. De momento estou absolutamente animada, mas como diz a minha cunhada, eu sou louca.

De volta à encomenda

A Filomena foi uma querida! Enviou-me não só a tal meada que levou a esta descoberta, como duas outras meadas como patrocínio para o KAL do podcast. Enviou uma para mim e outra para sortear entre as participantes do KAL que concluírem o projecto. Desta vez vou ensinar a fazer um gorro.

Só vou abrir a encomenda quando lhe tiver pago o que lhe devo.

 

NOTA: Este texto foi começado no dia 28, daí as referências ao dia maravilhoso que estava.

 

2507

Padlock_Skeleton_Keys

No blog Wait but why, Tim Urban, em diversos posts (The End Tail, Your Life in Weeks) mostra-nos visualmente quão pequena é a nossa vida, quão pouco é o tempo que nos sobra, mesmo que vivamos até aos 90 anos.

Só para terem uma ideia, se eu viver até aos 100 anos, só vou passar mais 11 vezes pelo dia 29 de Fevereiro!

Estamos de volta ao Séneca e a sua De Brevitate Vitae.

Depois de ter lido ontem o artigo sobre as semanas que me restam até ao fim da minha vida, pus-me a pensar que já que é tão pouco não o posso desperdiçar em maus momentos. Todos tem que ser bons, nem que seja à força. Isto faz-me lembrar um título de um livro que há uns tempos vi: Furiously Happy (Jenny Lawson).

São inúmeras as vezes que li, ou vi em filmes, alguém dizer que não está “propriamente a defender uma atitude de Pollyanna.” E eu pergunto: porque não? Quando era pequena gostava imenso da série que dava na televisão e queria ter os cabelos como os da protagonista.

Procurar gozar cada momento, independentemente das circunstâncias, não é enterrar a cabeça como as avestruzes para não ver a realidade. É procurar apreciar o que há de positivo em cada situação. Os budistas dizem que a dor é inevitável, mas o sofrimento não.

Um problema que as tricotadeiras não têm é esperas longas e trânsito entupido. Antes pelo contrário, por vezes protestamos porque os médicos não se atrasam e o autocarro chega demasiado cedo. Sabem-nos tão bem esses momentos oficiais de seca.

Ontem estive mais de cinco minutos para conseguir que a chave rodasse numa fechadura. Resolvi pôr em prática a minha ideia de gozar o momento. Comecei a pensar que gostaria de perceber bem com é que uma chave abre uma fechadura, o que acontece para que por vezes tenhamos dificuldades em abrir uma porta porque a chave não roda, etc. e tal. A certa altura dei por mim a ver-me a abrir aqueles cofres com fechos rotativos. Lá estava eu com a orelha encostada à porta do cofre, a rodar o fecho lentamente… Pois… O que me vale é que tinha ido cedo para a aula, se não ter-me-ia atrasado imenso porque a imaginação de uma pessoa com a propensão para se distrair (só um poucochinho) é algo de perigoso.

Mas a verdade é que fiquei de bom humor quando normalmente teria ficado irritada com a chave, a fechadura e a porta. Não é que elas se importassem muito, mas entrar para uma aula com a disposição já azeda não é o mais justo. É meu princípio dar sempre a oportunidade aos meus alunos de serem eles a irritarem-me.

Na verdade, procurar ver os aspectos positivos de cada momento até que é uma maneira simpática de viver.

 

Como prolongar a vida por mais 10 anos

Hoje ouvi um episódio do Tim Ferriss Show, um dos meus podcasts favoritos. Para quem como eu gosta de aprender, vale a pena subscrever este podcast.

O episódio que ouvi hoje foi com a Jane MacGonigal, gamer, game designer, autora dos livros Reality is Broken e Superbetter. Tudo o que disse no podcast foi interessantíssimo. Mas uma das coisas que mais me chamou a atenção foi os benefícios para a saúde que os jogos podem ter. Aliás, já incorporei na minha rotina diária o que ela recomenda: 2 doses de 10 minutos de Tetris por dia.

Para conhecerem um pouco do que fala, vale a pena aceder ao site http://showmethescience.com/ e ver o TED talk dela.

Mas vale a pena ouvirem o podcast também pois vai bastante mais além. Além disso é divertido. Hoje dei uma gargalhada no autocarro quando ouvi falar de budhist special ops force.

Já pus o livro Superbetter na minha wishlist do Audible para comprar quando receber novos créditos na minha conta.